Encontros para você caminhar com os suas próprias asas mas com a segurança de que outra mulher está ao seu lado. Conteúdos, exercícios e práticas para você se aproximar da sua verdade interior.

Trajetória para uma relação mais saudável e íntima com o hoje, eu sou. Para mulheres reacenderem a criatividade da própria essência.

O que você está sentindo, agora? O que está faltando, falta mesmo? O que gostaria de aprender para cuidar melhor de você? A vida de uma mulher é, desde cedo, moldada pelos outros com a finalidade de podar e oprimir todo comportamento considerado desconfortável. Afinal, vivemos ainda em uma a sociedade machista, patriarcal, misógina. Tantas mulheres evitam essas reflexões por desinformação, medo ou culpa. Você não está sozinha – e nem precisa passar pelo processo de se autorizar a ser livre sozinha.

O Humana é isso: uma oportunidades de se permitir uma nova consciência sobre o seu verdadeiro eu sou e não apenas o eu faço. Familiarizar-se com o eu para, depois, transmitir sua essência nos relacionamentos entre pares e com o todo do mundo. São encontros semanais com segurança (e confiança e sigilo) de que outra mulher está te instruindo – com conteúdo, exercícios e práticas especialmente preparadas para você e seu momento de vida.

Como acontece o Humana?

  • 1 encontro por semana, individual, preparado para o seu momento de vida: sua rotina e seus desafios íntimos e interpessoais;
  • 4 meses de duração (média de 18 encontros);
  • Encontros de 1h – reserve 1h30 na agenda para termos flexibilidade no papo e tempo para assimilar e respirar depois;
  • Agendamento realizado via Calendly;
  • Valor por encontro: R$ 100 reais. Preferência por pagamento mensal. 100% do valor em dinheiro do Humana é doado anonimamente para iniciativas sociais destinadas a mulheres.

Dúvidas?

A Caroline Baldasso é qualificada para me ajudar? Sim, mas também sou ciente das minhas limitações – sei até onde posso ir com a minha ajuda. Além da minha formação como neurocientista comportamental (uma cientista que estuda o comportamento humano de forma integrada), sou instrutora de mindfulness e práticas contemplativas certificada em protocolos como MBSR, MBCT, BMT, entre outros. Qualificações em lugares como Oxford Mindfulness Centre e Schumacher College (Inglaterra), Plum Village (França) e Instituto Lama Tzong Khapa (Itália).

Qual o material complementar à jornada? Você recebe um material com a curadoria de conteúdos, exercícios e práticas que farão parte dos encontros. Assim, pode consultar sempre que sentir vontade ou que precisar relembrar. Instruções detalhadas e amigáveis para reacender sua energia criativa, seu autoconhecimento, e viver de forma autêntica. Orientações individuais que serão abordadas nos encontros, como exercícios específicos de autocuidado e contemplação. Sempre com gentileza, sem punição (lembre-se: não existe um modo certo e nem único de ser quem você é).

Ao final dos 4 meses, o que acontece? O objetivo é, ao final, você ter uma potente biblioteca de recursos para se aproximar mais de você mesma, todos os dias. O Humana provoca o despertar de uma sabedoria feminina que nasce conosco, mas que somos socialmente “domesticadas” a esconder.

O que é possível resolver nos encontros? Eita, cuidado com as expectativas. O Humana não substitui acompanhamento psicológico e nem psiquiátrico. Expectativas irreais, o desejo de rápidas resoluções, são a principal causa de desistência das práticas de bem-estar. Toda trajetória é desenhada para você sair do fazer automático e escolher estar presente no ser. Uma forma de iniciar esse processo profundo, contínuo e sem volta.

Como surgiu o Humana? Foi espontâneo. Comecei a atender ao pedido de mulheres que me procuram em busca de ajuda para, por exemplo, amenizar dores, para renascer de mortes (fases que se encerraram), para reacender a espiritualidade (sem a necessidade de vínculo religioso). Demorei anos para me permitir lançar o Humana – em janeiro de 2021.


Com a ajuda da Carol desconstruí minha resistência e medo de buscar ajuda psicológica, o que salvou minha vida! Foram nos encontros que a Carol fez eu me sentir normal, confortável para falar o meu pior (as minhas sombras). Aprendi a me perdoar cada dia mais e a conviver com as pessoas desejando a elas aquilo que quero cultivar em mim: amor e generosidade. Sinto cada vez menos raiva de mim e dos outros.

19 anos, Lajeado (RS)