Nós, mulheres

A maior forma de aprisionar uma mulher é acreditar e disseminar a crença de que somos insubstituíveis, indispensáveis. Que sem uma mulher, um homem não sobrevive. E assim, por muitos séculos, a ideia central é a de solidariedade (quase maternidade) e de cooperação das mulheres com os homens. Na outra via, temos também o pesoContinuar lendo “Nós, mulheres”

Belas vitórias

Comecei 2021 fazendo história na minha família. Consegui, não sem muita chantagem emocional, levar a mãe do meu pai, minha avó paterna, para passar duas semanas na praia comigo. Nunca tínhamos convivido por tanto tempo consecutivo. E, eu sei, foi tão positivo para nós duas que prometemos que, em breve, terá repeteco. Quando ela foiContinuar lendo “Belas vitórias”

Seu corpo é lindeza

O corpo humano é maravilhosamente imperfeito. É o resultado evolutivo de milhões de anos e espécies que nos permitiram sermos tão únicos na natureza. Mas, a partir de distorções que fomos criando, o corpo se tornou alvo de ataques. Julgamos, menosprezamos e agredimos nossos corpos. Inventamos uma indústria estética que nos oprime e fingimos queContinuar lendo “Seu corpo é lindeza”

Sozinha sem solidão

Entrevistei uma senhora de 82 anos, em plena saúde física e mental. Acredito que foi um desses momentos em que, em meio ao trabalho, temos a oportunidade de aprender sobre como levar a vida de uma forma mais autêntica. Em sincronia com quem somos de verdade. Com a pessoa que sabemos que somos, lá noContinuar lendo “Sozinha sem solidão”

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Sobre os textos

Escrevo para o Jornal Contexto uma coluna quinzenal. O jornal impresso é de tiragem semanal e o único da minha cidade natal, Carlos Barbosa, na Serra Gaúcha.

Escrever, para mim, é uma experiência terapêutica: o papel me aceita, sem a necessidade de filtros ou de vocabulário impecável. Sem medo, com abraços. E tem coisa que só sai da gente assim. Escrever é um ato de liberdade. Desnudar-se para os outros e transparecer o agora.