Lavorare stanca

A primeira vez que a pichação com essas duas palavras me chamou atenção foi em uma manhã apressada, andando rápido pelas estreitas ruas de Bologna, no norte da Itália. A cidade é agitada pelos estudantes da mais antiga universidade do mundo, e eu estava ciente dos protestos de um grupo de jovens-adultos, na região, alertandoContinuar lendo “Lavorare stanca”

Dose boa de inveja

A inveja é uma atividade mental que é inevitável. Se for bem usada, pode ser uma excelente fonte de autoconhecimento. Diga-me quem você inveja que te direi as qualidades que você admira. É um exercício que, para começar, pode ser feito por escrito. Sempre que alguém te incomodar, por algum motivo que você desconhece, ouContinuar lendo “Dose boa de inveja”

Ânimo da alma

Não começou num momento específico. Foi uma transição bem gradual. Um gotejamento constante de dúvidas, desamor, desconforto. As pessoas a minha volta notaram minha irritabilidade. E eu percebi a minha inabilidade de achar calma, ou satisfação ou realização na minha rotina. E quando a gente percebe esses sintomas, não é preciso ser um gênio paraContinuar lendo “Ânimo da alma”

Doença do tempo

Bem no centro do seu cérebro existe um relógio do tamanho de um grão de arroz. É parte de uma estrutura chamada hipotálamo, responsável por organizar os sistemas do complexo organismo humano. Esse pequeno morador da sua cabeça é extremamente ágil em ler os sinais do corpo e notar se algo precisa mudar para reestabelecerContinuar lendo “Doença do tempo”

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Sobre os textos

Escrevo para o Jornal Contexto uma coluna quinzenal. O jornal impresso é de tiragem semanal e o único da minha cidade natal, Carlos Barbosa, na Serra Gaúcha.

Escrever, para mim, é uma experiência terapêutica: o papel me aceita, sem a necessidade de filtros ou de vocabulário impecável. Sem medo, com abraços. E tem coisa que só sai da gente assim. Escrever é um ato de liberdade. Desnudar-se para os outros e transparecer o agora.